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sexta-feira, 5 de março de 2010

#FestinhaJuninaFeelings

Levávamos esporrinhos SIM! da prô quando fazíamos merdas com a coreografia durante os ensaios, fora isso, fazer parte da quadrilha era divertido, muita ANIMASSALL, ainda mais quando você sabia escolher uma coleguinha que morava perto da sua casa, como eu fazia. Assim rolava um contato físico maior com ensaios EXTRAS e porque não dizer particulares. RÁÁ!

Eu adorava as festinhas juninas lá da escola em São Paulo. Gostava de jogar aquela bola feita com meias xexelentas na boca do palhaço OU ENTÃO seis argolas coloridas nas garrafas de 51 - uma boa ideia. Era legal também quando o prêmio que eu ganhava na pescaria, valia mais do que o valor que eu paguei comprando a fichinha pra brincar. Inocente. Porém, já cheguei a levar muita tranqueira pra casa, como um ACENDEDORAUTOMÁTICOPARAFOGÃOELÉTRICO.

AH, mas o que eu mais gostava de ganhar MEISSMU eram CDs. Não importava de que artista. Importante era eu ter um CD. Era tão chique e modernudo, TÃO ANO DOIS MIL que guardava ele junto das minhas fitas cassetes! Ai, ai... Escola, festa junina, infância! Tempinho BÃO que não volta mais.

- Eu e meu melhor amigo de infância, João. O smartão saiu na foto com a braguilha da calça aberta.


- MÃE, MÃE... VAI! Tira um retrato meu do lado desse moleque que tomou um litro de quentão. Módahora.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

FOTO DOS TEMPOS DE ESCOLA #02

Essa é a derradeira da minha torturante primeira sessão de fotos escolar. Favor acompanhar legenda:


01. A professora que me dava medo.

02. O Adriano, que vivia com o nariz escorrendo "FOREVER"!

03. A popular, Geani o nome dela. A primeira lembrança que tenho de coleguinha de classe que me despertou o desejo.

04. Não sei porquê, mas me confundiam com esse moleque.

05. Esse era o david, que nunca escovava os dentes antes de ir pra escola. Hoje peguei trauma, sempre acho todo David com cara de quem tem bafo.

06. Ai estou eu, que nem gostava de ir pra escola de shortinhos fofoleti mostrando as minhas pernas magras.

07. Sempre achei esse menino com cara de milho. Ele se chamava Emílio.

[fim]

terça-feira, 29 de setembro de 2009

FOTO DOS TEMPOS DE ESCOLA #01

Sabe aqueles fotógrafos que chegam nas escolas armando a maior produção, tira foto de tudo quanto é aluno e depois mostram pros pais babarem, não resistirem e comprarem? - tática bem manjada por sinal. Pois bem, quem é que não tem aquela fotomontagem na capa da Revista Pais & Filhos, deixando qualquer capetinha um anjo?? Ou aquela vestido de ursinho propaganda da Pamarlat guardada no fundo da gaveta, quiçá emoldurada e pendura bem na parede da sala, hum?? Contrangendor, né??

Lembro que tirei minha primeira foto do genêro no PRÉ. Lembro também que a professora era a BRONCA em pessoa e foi totalmente perversa nesse dia. Saímos da sala de aula e nos dirigimos até o "cantinho da leitura", onde acontecia a tal sessão de fotos que tanto me amendrotava já no caminho.

Chegando lá, vi toda aquela parafernalha de iluminação, câmera BIZARRA, cenário PAVÃO, uma roupa que eu não queria vestir... Pronto, me caguei de medo! Tudo isso fez com eu me apavorasse mais ainda, tanto é que, com medo de que aquilo fosse doer, entrei na fila que a TIA mandou formar por aqueles que não queriam tirar foto. Contudo, depois descobrimos que se tratava de uma emboscada, pois todos de uma forma ou de outra, quase chorando ou mijando nas calças de tanto medo, acabaram tirando a BENDITA foto. RÁ!


[continua]

sexta-feira, 24 de julho de 2009

DOS TEMPOS DE ESCOLA_o retorno!

A verdade é que eu me diverti pra caramba escrevendo a trilogia "Dos Tempos de Escola". Foi prazeroso relembrar tais fatos e ver o quanto minha memória ainda tá "tinindo", hein? Vasculhar os albuns antigos envolto às lembranças... E o mais legal de tudo isso, ver vocês também pararem pra recordar e compartilhar um pouco dessa atmosfera agridoce infantil escolar, feito algodão doce.

Sabe o cara que vive "Falando pra Paredes"? Pois é, ele sugeriu no último post, que o "Dos Tempos de Escola" virasse uma seção aqui dentro do "Ponto" e ainda profetizou dizendo que esses eram só os primeiros posts a inspirar um monte que ainda está por vir.

Dito e feito. Com a sugestão do Alexandre eu informo que a partir de hoje o "Dos Tempos de Escola" vira seção aqui no blog. Mas calma, não esperem histórias imediatas, porém garanto que elas surgirão, basta só eu dar mais uma vasculhadinha nos albúns pra memória já ir atiçando.

Ah, eu também conto com a ajuda de vocês. Como? Mandem suas fotos, inicialmente, do pré-escolar a 4ª série para o meu e-mail. Elas servirão de base para história ficticias que criarei.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

DOS TEMPOS DE ESCOLA_parte 03 [e final]

#tudo numa coisa só

Ainda lembro como hoje daquela fatalidade. Voltávamos da quadra, da aula de educação física. Foi aquela correria como sempre pelas escadas, pra ver quem chegava primeiro na sala e fechava a porta, deixando aquele que chegassem por último, ou seja, "mulher do padre", pra fora - calma que já volto pra continuar o resto!

A acidentada desse dia era a Ellen. Se não me engano era com dois Ls e isso aconteceu na 3ª série - ou na 4ª? Ela tinha um jeito bizarro de escrever. A Ellen nunca escrevia no verso da folha do caderno, ela sempre virava e escrevia na próxima. Ela tinha essa prática por achar que a letra dela ficava feia escrita no verso da folha. Mas foi ai que a professora, percebendo a perturbação da aluna, decidiu entrar em ação. A "prô" disse pra Ellen usar algo mais grossinho por baixo da folha quando fosse escrever no verso, tipo um apoio de uma capa de caderno velho... Enfim, quando foi no dia seguinte lá estava a Ellen escrevendo no verso da folha. Que história linda de superação, hein?

Voltando então à fatalidade... E foi aquela correria. Acabei que sendo uma dessas "mulher do padre". Eu e uma par de gente, inclusive a Ellen, que na fechada de porta dos "espertinhos" que tinham chegado primeiro, arrebentaram o dedo na menina. Literalmente partiram o dedo mindinho da Ellen ao meio. Ficou pendurado, foi assustador, sério! Claro, na hora ela gritou pra CA-RAM-BA, foi aquele desespero geral. Eu não lembro muito bem dessa parte, mas acho que ela saiu correndo pingando o sangue pelo corredor, desesperada. Ixe, quando a professora chegou na sala... ELA DEU UMA BRON-CA! Uma lição de moral daquelas, sabe? Daí começou a falar aquele "tá vendo ai no que dá esse tipo de brincadeira?". Todo mundo quietinho em suas carteiras, escutávamos tudo espantados. A pressão foi tanta, que daqui a pouco só via neguinho começar a chorar, inclusive eu, que virei pra minha colega que sentava atrás de mim e perguntei por que ela não tava chorando também! Tínhamos que nos mostrar comovidos com a história, até por que éramos uma turminha unida. Se um vinha com bichinho virtual pra escola, todo mundo vinha com o seu no outro dia - até ser proibido.

E ela, minha coleguinha? Se chorou ou não?... "Eu tenho que chorar também?", perguntou. Quando vi, tava a menina apertando os olhos, fazendo respiração cachorrinho... Rapidinho já tava chorando também. A gente começava a olhar pros pinguinhos de sangue perto da porta, e era aí que tinha mais material pra produzir o choro, dava mais drama, sabe? Escutava até sussurros de choro naquele dia. Era triste, foi triste.

#fim

segunda-feira, 20 de julho de 2009

DOS TEMPOS DE ESCOLA_parte 02

#eles nem eram santos

Sabe que eu já fui vítima de "bulling" na escola, né? Mas coisa boba, nada que me fizesse ir armado pra escola com minha pistola [d'água] e dar um tiro na cabeça daquela menininha que eu sempre quis fornicar e nunca quis me... Também não foi nada que me deixasse complexado. Foi coisa de me chamarem de cabeção e eu mostrar o verdadeiro cabeção pra menina, só - se é que me entendem. Mas ainda naquele mesmo ambiente de recreio do primário, ali nas mesas, uma vez tive meu salgadinho do "É o Tchan!", aquele que vinha com tatuagem, roubado por um verdadeiro pivete temido por muitos - #comofas salgadinho do "É o Tchan!"?? O moleque era uma peste; pequeno, mas botava um medo de tão feio que era a criatura. E eu naquele dia, ainda pedi ajuda à "tia da cantina", que nem fez nada, me sentindo eu humilhada, incapaz, ou seja, uma verdadeira bichinha. Pra completar, por ironia do destino, o salgadinho era de queijo, perdi minha tatuagem da bunda da Sheila Carvalho e a peste era conhecida como "Ratinho".

#continua

domingo, 19 de julho de 2009

DOS TEMPOS DE ESCOLA_parte 01

#eu não sou santo!

Lembro que no primário, quase causo um motim durante o recreio, tipo FEBEM. Percebendo eu que o lanche era simplesmente BA-NA-NA naquele dia, comecei: "que misériA, só banaNA...". Quando menos esperei, aquela minha indignação se espalhou igual pólvora em desenho animado da Tyne Toon. Tava todo mundo na fila [enorme] gritando. Engraçado era que a galerinha ainda sentava nas mesas, onde contumavámos lanchar de verdade [risos], pra comer ali sua única bananinha. Me perdoem, mas estavam todos parecendo uns macaquinhos. Ainda bem que não ocorreu guerra de casca de banana naquele dia ou coisa pior.

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E a mentira? Na primeira série eu menti feio pra ir pra casa. A interpretação tava num nível, que eu nem sei o que eu tava fazendo ali, devia era tá fazendo "Chiquititas". Foi assim... Era a primeira vez que eu levava lanche pra escola na lancheira nova, do Dragon Ball Z, tá? E todo tempo eu ficava olhando pra ver se tava tudo bem com os meus lanchinhos e doido pra que eu, todo pomposo, fosse com ela pro recreio. Mas não é que daqui a pouco o "kisuco - mancha pulmão" de maracujá, num sei porquê diacho, começou a vazar? Foi... Foi logo me batendo um desespero na hora, comecei a suar e aquela agonia. Fiquei imaginando a porcaria que ia ser quando abrisse por inteiro aquela lancheira lá na hora do lanche. Pronto! Decidi apelar, né? Fui contar pra professor que tava morrendo de dor de cabeça e que queria ir pra casa. Ela foi, me sentou em seu colo, acalmou a minha pessoa e disse que não dava pra eu ir pra casa naquela hora. Bom... Resultado: depois desse dia peguei trauma de lancheira e nunca mais levei a "Dragon Ball Z" pra escola.

"...e doido pra que eu, todo pomposo, fosse com ela pro recreio."

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Mas não tem nada pior do que ser castigado em sala de aula. É aí que você vê que não é nenhum santo. Eu sempre escutava os gritos e batidas de porta da sala de uma outra professora. Era uma gordinha e ela tinha fama de torturadora. Todo mundo tinha medo dela - nossa, agora eu fico imaginando... acho que quem foi aluno dela teve ter ficado com trauma e ter pedido indenização pra pagar psicólogo. Era coisa de louco. As mães até lutaram pra tirar ela da escola, pois diziam que ela colocava de castigo no milho, usava palmatória... Graças! Ainda bem que estou inteiro, não fui aluno dessa brutamontes, mas tive lá meus castigos por comportamento inadequado. Um deles, era na época o pior, top de linha. Sabe quando você começa a rir na sala com um colega, por besteira qualquer, dá aquele ataque de risos? Então... Foi por isso, rindo com uma coleguinha [foto ao lado] na hora da AULA, que fui parar com a cara virada no canto da parede. De lá eu podia ouvir os risinhos de deboches. Foi horrível!

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Bom, aí na foto nem é a brutamontes, muito menos foto do primário. Essa foi minha turma no último ano do pré-escolar e dou um doce pra quem acertar onde está minha pessoa.

#continua