quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
OBA!
Esse ano para o carnaval nada de máscaras de Bin Laden nem Jorge Bush. A máscaras do novo presidente dos Estados Unidos, Obama, não tem pra ninguém, é o hit do carnaval 2009. Ela está na lista das mais vendidas, em primeiro lugar, deixando pra trás até a do nosso presidente Lula. Lembro que os mais realistas lembravam que Obama é presidente dos Estados Unidos, jogando um verdadeiro balde de água fria nos sonhadores... É, pra quem não era americano, mas estava todo empolgado com essa vitória histórica de Obama e imbuído pelas iminentes mudanças, agora pode comemorar.
Pelo menos aqui no Brasil Obama já está fazendo sua parte, não diretamente, mas está... As fábricas de adereços carnavalescos chegaram a contratar mais funcionários que o de costume, tudo devido as já abençoadas máscaras.
Foto: Silvia Isquierdo/AP
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
DA NOVA SAFRA DA MÚSICA: Anna Luisa

Não venha colocar Anna Luisa na mesmo balaio que Marisa Monte, Adriana Calcanhoto ou até mesmo a mais nova Roberta Sá. Ela não se encaixa a essas, digamos assim, intelectuais da MPB. Digo intelectuais, pois às vezes seus sons chegam soar como chatos aos meus ouvidos, não só o som, mas sua postura também. Anna é somente música... Só! Não há frescuras, maquiagens estravagantes, muita sofisticação em seu figurino e cenários de shows, é tudo muito simples e gostoso de se ver e ouvir. A descobri atráves dessa maravilhosa ferramenta de busca que é a internet, que nos possibilita chegar mais perto daquele som alternativo, que não está tocando nas rádios.
Seu grande diferencial está no garimpar de letras não muito exposta, que ela se identifica, de artistas como:
Erasmo Carlos
Roberto Carlos
Rodrigo Maranhão
Pepeu Gomes
Moraes Moreira
Gilberto Gil
Seu Jorge
Rodrigo Amarante
Além das versões muito bem feitas, ela possui ótimas composições em parceria, explorando fortemente as raízes da música brasileira, como Cabra-Cega e Bailarina. O vídeo abaixo mostra uma apresentação ao vivo, a música é uma de minhas preferidas, Serena, outra letra genial escrita por ela em parceria com Emerson Mardhine. Ela catalisa todo esse meu sentimento visceral que tenho pela música, que por muitas vezes acaba sendo meu pranto, minha prece meu sorriso. As batidas do maracatu fazem ela bater mais forte ainda em mim. Confira:
Ouça na íntegra o novo CD de Anna Luisa, Girando.Click aqui.
Foto: myspace.com/annaluisamusica
"SE EU FOSSE VOCÊ"
Pronto, matei minha curiosidade. Semana passado assisti o filme Se Eu Fosse Você. Ele é bem simpático, bem Sessão da Tarde, que você se empolga todo pra saber o final, enquanto come ou espera um rango vir da cozinha. Não foi um filme que ri de ficar com a barriga doendo, mas também não foi um que me arrependi de ter locado. Se Eu Fosse Você, não usa de maneira alguma o apelo sexual, muito menos palavrão para ter sua platéia. Nessa questão o filme ganhou alguns pontinhos comigo... Todas as idades podem assistir, sem aquele situação constrangedora que o filho fica quando passa cenas sacanas diante dos pais ou sem a preocupação dos pais em ter que ficar tapando os olhos dos filhos em certos momentos.
A segunda versão só veio pra confirmação de que ainda há sim público para filmes nacionais. Filmes que levam pro cinema pessoas afim de diversão, e esquecer um pouco de ver retratado nas telonas os problemas que cada vez mais estão diante dos nosso olhos, em jornal, revista e TV.
Essa segunda versão levou mais de 4 milhões de expectadores ao cinema, ficando no topo como o mais visto, deixando pra trás filmes como:
- Batman - O Cavaleiro das Trevas
- O Curioso Caso de Benjamin Button
- Marley e Eu
- Sim, Senhor
- O Dia em que a Terra Parou
Se Eu Fosse Você 2, bateu record desde 1995, quando houve a retomada do cinema nacional e com certeza ele já fez história, marcando uma nova retomada, pois nunca que se viu a produção de cinema nacional tão ativa.
Novos filmes estão vindo por aí, muitos! Aguarde que nos próximos posts estarei comentando as novidades.
Pôster: adorocinema.com.br
sábado, 14 de fevereiro de 2009
"AGE OF AQUARIOS"
"Quando a lua está na sétima casa
E Júpiter alinhado com Marte
A paz vai guiar os planetas
E o amor irá além das estrelas"
(Tradução - Trecho da música Age of Aquarios)
Dizem os místicos que hoje começou a Era de Aquarios, um período de muita paz e amor, mas também de muita liberdade e mudanças. Pra quem crê aí vai a dica!
E Júpiter alinhado com Marte
A paz vai guiar os planetas
E o amor irá além das estrelas"
(Tradução - Trecho da música Age of Aquarios)
Dizem os místicos que hoje começou a Era de Aquarios, um período de muita paz e amor, mas também de muita liberdade e mudanças. Pra quem crê aí vai a dica!
"SE EU FOSSE VOCÊ..."
Essa semana, depois que a curiosidade tomou conta de mim, resolvi alugar o filme Se Eu Fosse Você. Mas antes de comentar sobre ele, quero falar agora sobre a atendente da locadora: Dificilmente quando conheço uma pessoa, eu saio tagarelando, abraçando ou beijando a mesma. É um processo complicado ganhar minha confiança, e só aos poucos é que vou ficando mais à vontade. Isso às vezes é até confundido com arrogância, não, olha só que cara amostrado... Pra ajudar sou tímido, então já viu!
Porém na devolução desse DVD, nunca que eu fiquei tão à vontade e receptivo com o próximo como eu fiquei diante daquela funcionária. Com certeza o seu jeito inspira essa sensação em todos. Se ela falasse somos amigos de infância, poderíamos enganar bem. Primeiro começou, depois que eu entreguei o DVD, a perguntar se não ia levar mais, e me dizendo as promoções, insistindo e insistindo... Quase que eu me endivido ali com aquela moça, deu vontade de alugar a locadora inteira, porém me controlei. Disse a ela que viria no domingo, aproveitar a locação ao preço mais barato. Para prolongar mais aquela sensação de amizade instantânea, perguntei se tinha o filme O Estranho Mundo de Jack. Ela já tratou de reconhecer o filme, ah aquele desenhinho, né? Eu balançava a cabeça descontroladamente dando sinal de positivo. Ela continuava sorrindo e disse que não tinha o filme. Perguntei por outro, o último antes de ir embora. Edward Mãos de Tesoura, tem? Esse ela já avisou logo que tinha medo. Eu ri e recebi a resposta que não tinha.
Ambos achamos estranho filmes como aqueles não ter na locadora. Mas depois ela lembrou que estava pra ser instalado um sistema novo de locação na locadora, e que esses filmes antigos poderiam ser locados virtualmente. Mas a locadora devia mesmo era contratar mais funcionárias como aquela! Foi uma pena eu não ter lhe dito o quanto ela era simpática e dizer pro dono contratar mais gente como ela. Foi uma situação rápida, mas significativa pra mim.
- E o filme, Marcos?
- O comentário sobre o filme fica pra próxima postagem!
Foto: finep.gov.br
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
GAROTA PEDE PARA REPETIR DE ANO
Ontem vendo o jornal do SBT, me deparei com uma reportagem na qual uma garota de São Paulo pedia para ser reprovada na 8 ª série. A pedido dos seus pais analfabetos, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo enviou um ofício para que a Secretária Municipal da Educação mantenha a menina no ensino fundamental. A garota sabe ler e escrever, mas tem dificuldades em interpretação de textos e para fazer cálculos, é a chamada analfabeta funcional.
Eu já estudei em São Paulo, em escolas públicas, em meados de 1997 a 2000, da 1ª a 4ªsérie. Lá há avaliações, como em qualquer outra escola, as notas são dadas da seguinte forma:
PS - Plenamente satisfatório
S - Satisfatório
NS - Não satisfatório
Nessa época o estado já adotava o sistema de Progressão Continuada nas escolas públicas, onde o aluno só pode ser reprovado apenas nos quartos anos de cada ciclo, ou seja, na 4ª e 8ª série.
Diante de tudo isso, me lembrei que um dia quis repetir de ano:
Lembro que pensei no ensino médio, na hipótese de relaxar em um dos anos pra poder ficar por ali mais um tempo, mas nem foi preciso. No 1º ano foi aquela coisa, colégio novo, amigos pra fazer... eu estava entrando no colégio modelo, cara! O deslumbre era mais por isso, de estar em um colégio com uma estrutura legal, tanto física como pedagogicamente falando - mas esse nem tanto, vai!
O 2º ano foi o ápice de tudo aquilo. Já tinha uma turminha estabelecida... Foi quando eu me assumi como da turma do fundão, provando pra mim que eu poderia sim dar umas piradinhas, tá na zoeira, mas que poderia estudar também, oras. Existe esse mito de que turma do fundão não passa, mas é tudo bobagem. Todos passaram, uns mais folgados, outros mais apertados, mas passaram! Foi nessa época que passei o melhor tempo de colégio na da minha vida. Tudo isso graças a pessoas geniais, palhaças e safadas [no bom sentido]: Jefson, Julio, Rômulo, e as mina: Camila, Dayse, Eugênia e Thalita.
É, falta agora falar do 3º ano. Vou logo adiantando que foi o ano da decadência, a começar pela greve no início do ano que nos deixou sem aulas por uns dois ou três meses. Depois disso a correria dos professores pra passar o assunto. Eu sentia até um certo largar dos professores com as turmas de formandos. Não valeu 100% o ensino para os futuros universitários e cidadãos cheios de idéia na cabeça e medo do que nos esperava pela frente, numa vida pós colégio.
Mas ainda restam caos. Larguei meus amiguinhos no turno matutino depois de arrastá-los pro horário e depois voltar pro vespertino, que era de onde eu não deveria ter saído - eles ficaram putinhos da silva. Ah, eu não curti o climinha de festinha dos mauricinhos e patricinhas da manhã. Preferi voltar pra tarde e me juntar aos dois dos meus amigos que permaneceram por lá. Preferia mil vezes estudar com a galera mais tranquila, a maioria vinda dos povoados vizinhos.
E continuam as desgraças... Foi camisa comemorativa de pré-universitário que não devia ter comprado, foi garota fazendo jogo duro comigo. Tudo que eu não fiz durante todos esses anos escolares eu fiz no 3º ano. Discuti com professor na sala de aula, fui para na direção. Matei aula, não pensei duas vezes e respondi apenas meu nome em algumas provas e saí voado da sala, - pra quê pensar no que não sei? - e não fiz alguns trabalhos idiotas de arte. Foi um ano que eu não via a hora de acabar, andava mal-humorado por estar ali, não via necessidade naquilo.
Eu já estudei em São Paulo, em escolas públicas, em meados de 1997 a 2000, da 1ª a 4ªsérie. Lá há avaliações, como em qualquer outra escola, as notas são dadas da seguinte forma:
PS - Plenamente satisfatório
S - Satisfatório
NS - Não satisfatório
Nessa época o estado já adotava o sistema de Progressão Continuada nas escolas públicas, onde o aluno só pode ser reprovado apenas nos quartos anos de cada ciclo, ou seja, na 4ª e 8ª série.
Diante de tudo isso, me lembrei que um dia quis repetir de ano:
Lembro que pensei no ensino médio, na hipótese de relaxar em um dos anos pra poder ficar por ali mais um tempo, mas nem foi preciso. No 1º ano foi aquela coisa, colégio novo, amigos pra fazer... eu estava entrando no colégio modelo, cara! O deslumbre era mais por isso, de estar em um colégio com uma estrutura legal, tanto física como pedagogicamente falando - mas esse nem tanto, vai!
O 2º ano foi o ápice de tudo aquilo. Já tinha uma turminha estabelecida... Foi quando eu me assumi como da turma do fundão, provando pra mim que eu poderia sim dar umas piradinhas, tá na zoeira, mas que poderia estudar também, oras. Existe esse mito de que turma do fundão não passa, mas é tudo bobagem. Todos passaram, uns mais folgados, outros mais apertados, mas passaram! Foi nessa época que passei o melhor tempo de colégio na da minha vida. Tudo isso graças a pessoas geniais, palhaças e safadas [no bom sentido]: Jefson, Julio, Rômulo, e as mina: Camila, Dayse, Eugênia e Thalita.
É, falta agora falar do 3º ano. Vou logo adiantando que foi o ano da decadência, a começar pela greve no início do ano que nos deixou sem aulas por uns dois ou três meses. Depois disso a correria dos professores pra passar o assunto. Eu sentia até um certo largar dos professores com as turmas de formandos. Não valeu 100% o ensino para os futuros universitários e cidadãos cheios de idéia na cabeça e medo do que nos esperava pela frente, numa vida pós colégio.
Mas ainda restam caos. Larguei meus amiguinhos no turno matutino depois de arrastá-los pro horário e depois voltar pro vespertino, que era de onde eu não deveria ter saído - eles ficaram putinhos da silva. Ah, eu não curti o climinha de festinha dos mauricinhos e patricinhas da manhã. Preferi voltar pra tarde e me juntar aos dois dos meus amigos que permaneceram por lá. Preferia mil vezes estudar com a galera mais tranquila, a maioria vinda dos povoados vizinhos.
E continuam as desgraças... Foi camisa comemorativa de pré-universitário que não devia ter comprado, foi garota fazendo jogo duro comigo. Tudo que eu não fiz durante todos esses anos escolares eu fiz no 3º ano. Discuti com professor na sala de aula, fui para na direção. Matei aula, não pensei duas vezes e respondi apenas meu nome em algumas provas e saí voado da sala, - pra quê pensar no que não sei? - e não fiz alguns trabalhos idiotas de arte. Foi um ano que eu não via a hora de acabar, andava mal-humorado por estar ali, não via necessidade naquilo.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
É MOLE?
Ó, não sou fã da banda Calypso, mas já vou resaltando logo o meu respeito por ela. Admiro muito o trabalho deles, pois independentes de grandes gravadoras, conseguiram chegar onde estão devido ao árduo trabalho de todos. Chimbinha na produção musica... dos CDs, DVDs - tô começando a virar fã desse cara, Joelma ali cuidando da parte estética do show, coreografia, figurino, cenário... Eles possuem uma preocupação enorme em levar um verdadeiro espetáculo a um preço acessível a seus fãs; seus shows são impecáveis.
E os fãs é outro ponto em que a banda sai ganhando, pois os trata com todo carinho e respeito que devem ter, afinal é aquele velha história: se não fossem os fãs, quem seriam eles? Então se há alguém que eles devem toda atenção são eles, os fãs! Pois é, quem diria que aquela bandinha que timidamente foi tomando conta do repertório das festinhas familiares nos finais de semana e dos bares, viesse a ser o que é hoje. Pra mim, hoje Calypso é POP!
A grande novidade agora é a versão em inglês do grande sucesso Acelerou, que em inglês ganhou o título de Accelerate My Heart. A carreira internacional só decola. A banda já gravou álbum em espanhol, e está cheia de compromissos marcados na Europa, passando por Itália, Alemanha e Portugal. Outros também nos EUA, além de Angola, onde já se apresentaram. Pra ficar mais POP ainda, a versão em inglês de Acelerou [versão do ex-baixista da banda de pop britânica Bliss, Paul Ralphes, e pela publicitária carioca Rosana Ferrão] pode entrar na trilha sonora de um filme de Hollywood, ainda sem muitos detalhes.
Confira uma palhinha ao vivo da música no programa Mais Você da Rede Globo:
É isso aí... Accelerate, accelerate, Accelerate the beating of my heart
E os fãs é outro ponto em que a banda sai ganhando, pois os trata com todo carinho e respeito que devem ter, afinal é aquele velha história: se não fossem os fãs, quem seriam eles? Então se há alguém que eles devem toda atenção são eles, os fãs! Pois é, quem diria que aquela bandinha que timidamente foi tomando conta do repertório das festinhas familiares nos finais de semana e dos bares, viesse a ser o que é hoje. Pra mim, hoje Calypso é POP!
A grande novidade agora é a versão em inglês do grande sucesso Acelerou, que em inglês ganhou o título de Accelerate My Heart. A carreira internacional só decola. A banda já gravou álbum em espanhol, e está cheia de compromissos marcados na Europa, passando por Itália, Alemanha e Portugal. Outros também nos EUA, além de Angola, onde já se apresentaram. Pra ficar mais POP ainda, a versão em inglês de Acelerou [versão do ex-baixista da banda de pop britânica Bliss, Paul Ralphes, e pela publicitária carioca Rosana Ferrão] pode entrar na trilha sonora de um filme de Hollywood, ainda sem muitos detalhes.
Confira uma palhinha ao vivo da música no programa Mais Você da Rede Globo:
É isso aí... Accelerate, accelerate, Accelerate the beating of my heart
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
ESSA É UMA TENTATIVA !
Eu escrevo na tentativa de prolongar as publicações. Eu sei, e sabe-se que quanto mais se escreve mais dá voltade e mais surgem textos a serem escritos.