terça-feira, 30 de dezembro de 2008

2000 inove!


Pessoas,

Outro ano está prestes a nascer. Ano, é uma palavra inevitável. Novo, no entanto, é um termo pouco vivido. Grande parte de nós entende o Ano Novo como a mudança de sapato, não de caminho; como a mudança de roupa, não de pele; como a mudança de penteado, não de pensamento.

Vivemos, como nunca, na superfície. Tendemos a criar tipos adequados para o convívio e, às vezes, intragáveis para nossa própria alma. Alimentamos tanto a parte de fora, que já não sabemos nos voltar com coragem para dentro, onde reina a necessária, difícil e, por vezes, dolorosa mudança.

E, repetidamente, acabamos caindo na facilidade de não reagir, não construir, não criar, não refletir. Seguir o já pronto (por pior que isso seja) dá menos trabalho. E assim, continuaremos acreditando que o que renova o rio, é o leito, não as águas. E que o ano muda as pessoas, não as pessoas mudam o ano.

Felizes pessoas novas, corações novos, pensamentos novos, interesses novos, neste ano novo.

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Nada melhor do que terminar o ano com a foto da diva Amy Winehouse... Depois de topless em sua viagem pelo Caribe, agora é a vez de pagar de gatinha.


A foto ilustra bem o texto. Parece que essa viagem mostra uma Amy mais gordinha e nem um pouco preocupada com a sua aparência. Ao que se pode ser visto, ela anda muito bem, esqueceu das drogas, do marido presidiário, um pouquinho das polêmicas e anda saltitante pelas belas praias do Caribe. Ela está curtindo tanto tudo isso, que pretende se mudar para o local.

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O texto no início desse post é do meu mestre, ídolo e educador, Gecildo Queiroz.

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Foto: The Grosby Group/Virgula

sábado, 27 de dezembro de 2008

Escritos de Outrora #05


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Gato Preto

Transporta-me
Através do olhar
Para a sua alma
Aconchegante.


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Passei a admirar gatos pretos e ter uma louca paixão por esses bichanos, depois que li Corolaine, de Neil Gaiman. Haviam desenhos belos de um gato preto. A foto acima, encontrei no post da minha amiga Paloma, que fala também sobre gato preto e me foi uma verdadeira epifania. A partir dele, expeli visceralmente as palavras contidas no post abaixo.

A foto foi tirada por Mixel, amigo de Paloma, e ilustra bem essa minha paixão - um dia quero ter um. Trata-se de um gatinho de rua. Mixel foi perfeito nela, começando pelo plano de fundo; chão de terra batida, folhas secas e gravetos. Não teria ambiente melhor para sustentar a verdadeira essência que Mixel conseguiu captar. Esse zoião é carregado de magia e encanto. Os pretinhos são muito mais do que bobas superstições.

Laica

Ah... É tocar no assunto cão & gato e suas relações com os donos (amigos), que desembesto a falar. Lá vai, hein, se prepare:

A relação do homem com os animais domésticos é muito mágica, mesmo. Já tive cães e ainda quero ter esse enorme prazer outras vezes. Me lembro de uma vira-lata que eu tinha lá São Paulo, a Laica, uma fofura. Era muito apegada a ela, até o momento em que rolou uma suruba canina lá no quintal de casa e não a vi mais.

Um monte de cachorros das mais variadas raças resolveram fazer uma festinha no apê. Invadiram seus aposentos e fizeram todas as atrocidades que você possa imaginar. Resultado, o vizinho de quintal fez a cabeça de meu pai e assim que ela pariu pegaram a bichinha e a abandonaram em um lugar distante, muito distante. Chorei horrores nesse dia. Meu pai depois, muito depois, se sentiu arrependido pelo ato.

Mas chega, aqui não é o muro das lamentações, vamos falar um pouquinho da sua personalidade:

Ela era muito sapeca e esperta. Lembro claramente como se fosse hoje... Era tão engraçado quando eu vinha de tarde da escola ou quando eu e minha mãe voltávamos da casa da minha tia... Laica parecia que sabia exatamente a hora em que estaríamos voltando. Ela sempre ficava a nos esperar lá na frente do portão, quando a gente apontava na rua... Seus olhinhos já brilhavam e começava a correria. Lá vinha ela em disparada até nós, parecia que participava de uma daqueles campeonatos de corrida de cachorro. Corria tão linda, parecia aquelas cenas de filme. Chegando até nós, ela nos circulava e já ensaiando a volta a criançada na rua se preparava pra correr, por que ela dava carreira no povo. Parecia que ela nos defendia, sabe? Era como se ela quisesse dizer: "saiam todos da frente que meus amigos estão passando...".

Laica também era muito fotogênica, uma verdadeira Gisele dos cachorros. Eu fazia dela gato e sapato. Pegava pelas patinhas, a levantava e começava a dançar, a cheirava... Ixe, eita tempo bão. Sorte a minha que tenho alguns registros dela, que sempre quando bate aquele saudade, dou uma olhadinha:

Deixem de lado um pouco o meu visual, do tempo em que mamãe me vestia e prestem atenção no carão e no corpinho esbelto da Laica.



Laica em poses indecentes, num momento... vamos dizer assim, à lá Britney Spears: sem calcinha.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O último ato babaca do ano?

Domingo, cansado de toda a programação televisiva, resolvi ira em busca de um filme na locadora. Cheguei lá, nada programado em mente... Decide então procurar pelo filme mais extenso. Quanto mais tempo assistindo o filme e mais longe dos programas dominicais e do tédio, melhor! A atendente da locadora, com toda aquela simpatia artificial, me perguntou se eu precisava de ajuda. Já tinha rodado inúmeras vezes entre aquelas prateleiras e nada. Sorri e respondi que não. Mas depois voltei atrás. Qual o filme mais longo aqui?, perguntei. Depois de alguns minutos lá vem ela me mostrar o filme A lista de Schindler. O filme era duplo, nada dava, só tinha dinheiro pra um. Olhei a capa, expressei um ar de introspectivo, e o coloquei em seu lugar.

Ali entre as prateleiras, me lembrei de um filme que tinha passado na Record e perdi. Minha prima disse que foi hi-lá-ri-o. O Virgem de 40 Anos. Era esse o filme, era ele que eu ia levar, mesmo com um péssimo pressentimento que eu estava próximo de uma grande besteira.

Foram duas horas de filme, duas horas de poucas risadas para um filme que era classificado como comédia. Duas horas de lembranças do colégio. Me lembrei do batalhão de filmes de besteirol estudantil americano de puro apelo sexual. Esses faziam a alegria do galera entre pipocas, refrigerantes e salgadinhos nas tardes em que havia aula vaga.

E as lembranças do colégio me arremeteram à outras lembranças: me lembrei do inútil amigo secreto, que por poucas vezes participei. Nunca vi coisa mais sem graça do que dar uma caixa de bombons e receber outra caixa de bombons. A surpresa do presente não se tinha mais, todos já sabiam o que iam ganhar. A tensão passava do medo de receber um presente ruim, para o momento da revelação do amigo secreto.

Mas voltando ao filme, ele foi uma bosta, é um bosta. Tá bom, tá bom, não é nem tanto assim. Deu pra entreter. É um daqueles típicos filmes de Sessão da Tarde, em que há um conflito para o personagem realizar seu objetivo, uma reviravolta perto do fim, e um final previsível, onde você sabe que tudo tem um happy end nada original. Mas esse com direito a um ato musical no final:



Mas pelo menos fiquei longe de toda a pieguice natalina que assolava a programação de domingo. Todo aquele papinho que natal não é só ganhar presentes e que não devemos deixar de lembrar o verdadeiro significado dele. Esse povo bem que poderia ser mais original e deixar de fazer esses programinhas especiais, onde todos se vestem de vermelho e ainda usam o gorinho do velho babaca. Se as férias em Marte já fossem possíveis, eu não pensaria duas vezes e corria pra lá hoje mesmo. Voltava só dia 1º de janeiro de 2009.

Se fosse por mim, em casa não teria nenhum resquício que fizesse lembrar o natal. Mas isso é um costume inevitável para quase todos. Sempre haverá, mesmo que no mais pobre e humilde dos lares algo que remeta ao natal, nem que seja um fita vermelha pregada em cima da porta. Em casa, mesmo... Infelizmente existe uma árvore de natal logo na entrada. Lá se encontra ela: verde, enfeitada e perversa.


Foto: Cartão de natal Bonde do Rolê by mtv.com.br

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Mojo Books

A Mojo* Books é uma editora 100% digital. Sua proposta é simples: se música fosse literatura, que história contaria? Basicamente é extraída a essência daquele disco. As histórias são escritas como se o disco fosse a trilha sonora do livro ou ao contrário, imagina-se que aquele livro serviu de inspiração para o disco.

A idéia surgiu entre dois amigos que eram parceiros em uma banda, o Danilo Corci e
Ricardo Giassett, atuais editores da Mojo. Eles faziam o processo contrário à Mojo, transformavam literatura em música. Danilo então propos transformar música em literatura, seu amigo Giasseti topou e aí foram surgindo os primeiros livros escritos por eles mesmo, mas que depois à convite, seus amigos também foram escrevendo para o projeto.

O projeto foi tomando proporções muito grandes e um público fiél. Hoje a editora recebe propostas de leitores; todas são lidas e analizadas e muitas publicadas. Não é cobrado nada ao autor pela publicação, muito menos os livros são vendidos, todos são disponibilizados gratuitamente no site em formato PDF. Atualmente a editora vem trabalhando com uma outra linha de literatura, o single e o comix.

Para ler os livros é nescessário ser cadastrado no site. O cadastro é rápido e fácil, nada burocrático. Para acessar o site e fazer o seu cadastro click aqui.

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Mojo, é uma palavra de origem africana, que quer dizer alma, essência. Essa palavra foi introduzida no EUA por volta do século 19-20.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

"Enquanto isso, numa sexta-feira chuvosa..."

Marcos diz: "Lá estava eu, caminhando tranquilamente pelas ruas, como se nada estivesse ocorrendo. Enquanto isso, guarda-chuvas desesperados abriam. Quase uma sinfonia junto do ballet de pessoas que faziam contorcionismo se esquivando das goteiras e poças..."

Paloma diz: AMAY

Marcos diz: "AMAY" foi ótimo. Melhor do que tudo isso que escrevi!

Paloma diz: HEUIAHUIAHEUIEHAUIHEAUI

Paloma diz: Falando sério agora... Adorei, cara, coloca no seu blog!

Marcos diz: É... Saiu espontaneamente.

Paloma diz: Esses anacronismos são valiosíssimos!

Marcos diz: Eu escrevi esse textinho imaginando como fundo musical "Elephant Gun".

Paloma diz: kkkkkkkkkkkkkkkk

Marcos diz: Como eu disse, essa música cabe em qualquer momento singelo. Sério, eu estou com ela na cabeça. Nesse instante mesmo eu já botei ela pra tocar novamente... Já começaram os acordes inicias.

Paloma diz: Opa! Mas cabe mesmo. O banjozinho dá um toque muito especial também.

Marcos diz: Adoro som de banjo

Paloma diz: Adoro som de banjo [2]

Marcos diz: kkk

Marcos diz: "Mas Elephant Gun é imperial. É uma daquelas músicas que cabem perfeitamente na trilha sonora de qualquer momento singelo. Como o olhar da paisagem que passa sobre os olhos de quem está na janela do ônibus." [Post_Banda Beirut: um achado espetacular!]

Paloma diz: De fato

Marcos diz: Então... Dá pra você buscar uma ilustração?... Pro texto que vou postar já, já?

Paloma diz: Sim, claro

Marcos diz: Sim, porque você tem um olhar apurado!

Paloma diz: Eu? kkkkkkkkkkkkkkkkk

Marcos diz: Sim, sim. Claro!

Paloma diz: Ah é, é? Bom saber. kkkkkkkkk Obrigada!

Marcos diz: Por gostar de fotografia, e por ter a sensibilidade de um mulher.

Paloma diz: Aí, que bonito isso que você escreveu. Sério mesmo!

Marcos diz: Isso que eu escrevi agora é uma linguagem que eu adoro: de detalhes singelos. É culpa da chuva. Santa chuva \o/ Ela me deixa mais inspirado

Paloma diz: Santa chuva \o/ [2]

Paloma diz: Chuva, frio, silêncio... hehe

Marcos diz: Eitcha! Fala isso não, menina, que já me dá água na boca.

Paloma diz: É algo tão delicado e carregado de mensagens! Admiro muito!

Marcos diz: Não, não... Não posso publicar apenas o meu texto. Tenho que publicar algumas partes dessa nossa conversa. Posso?

Paloma diz: Claro! Como ficaria?

Marcos diz: Me manda a foto primeiro.

Marcos diz: Já buscou?

Paloma diz: Mas foto de quê? De chuva?

Marcos diz: Sim, sim. De chuva, ou de alguma outra coisa relacionada.

Paloma diz: Um instante, que vou à caça!

Paloma diz: Já achei! Não é de chuva, é de uma frente fria carregadíssima. É uma linda foto que tenho no meu acervo de imagens. Talvez seja do seu gosto... Posso mandar?

Marcos diz: Claro! Por favor.

Marcos diz: Acabei de ver. É ESSA!

Marcos diz: \o/

Paloma diz: AAAAAH SABIA QUE VOCÊ GOSTARIA!

Paloma diz: Quer dizer, torcia pra que gostasse! he he



Foto: Reprodução

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Banda Beirut: um achado espetacular!

Alguns de vocês já sabem muito bem a minha relação com a música internacional... Dificilmente um som chama a minha atenção, mas dessa vez a minha atenção foi aguçada. Trata-se da música Elephant Gun, da banda Beirut, tema de Bentinho e Capitu na minissérie Capitu. Desde que via as chamadas da minissérie aquele som me chamou atenção. Mas foi só depois que ela estava no ar que eu pude prestar mais atenção na música e me apaixonar à primeira vista.

No dia após a estréia da minissérie, corri atrás de reler a entrevista do diretor, dada ao
G1(portal de notícias da globo), para poder pegar o nome da banda que estava na trilha sonora. Peguei o nome, busquei no Google o MySpace e pronto. Estava confirmado, a música era mesmo daquela banda que eu já tratava de me deleitar ouvindo novamente a música incontáveis vezes.

Mas não fiquei simplesmente ligado a essa música. Na verdade ela é que me trouxe até a banda. Busquei ouvir outras músicas e estou gostando do que estou ouvindo até agora. Mas
Elephant Gun é imperial. É uma daquelas músicas que cabem perfeitamente na trilha sonora de qualquer momento singelo, como o olhar da paisagem que passa sobre os olhos de quem está na janela do ônibus.

Veja o videoclipe:


Links:

Tradução Elephant Gun
MySpace da banda

Ô boquinha maldita

Se Marcelo Silva desaparecesse da face da Terra não ia fazer a menor falta.

Ana Maria Braga
24/11/2008





Além de chamar de cafajeste e vagabundo o ex-marido da atriz Suzana Vieira, na segunda-feira em seu programa, Ana Maria soltou essa praga.

O desabafo descontrolado foi devido a atitude do ex-marido de sua amiga de aparecer em uma emissora de TV para apresentar a amante que foi o pivô de toda a confusão e separação. Ambos ganhando cachê por estar ali dando aquela exclusiva.

Veja o vídeo:



Hoje o corpo de Marcelo Silva foi encontrado dentro de um carro, no banco do carona. O corpo não apresentava marcas de luta corporal, nem de nenhuma arma. Suspeita-se que a causa da morte tenha sido overdose.

Só quero ver agora o que ela falará amanhã no programa. Se é que ela vai ter coragem de falar alguma coisa!


Foto: Reprodução

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

"Capitu" X "Dom Casmurro"


A verdade é a seguinte:

Muitas vezes quando leio um livro e depois vou assistir a sua adaptação pro cinema, acabo achando o livro muito mais interessante do que o filme. Até porquê lendo você é quem cria o cenário, veste os personagens... Imagina tudo! No cinema, não! Tudo já vem pronto pra ser mastigado.

Com o livro Dom Casmurro ocorreu o contrário. É até contraditório e engraçado, mas estou gostando muito mais da minissérie Capitu, do que dele. O livro, como eu já disse aqui, me foi uma leitura simpática. Fui devolvê-lo segunda-feira na biblioteca, claro, sem ter terminado de lê-lo. Ficou faltando aproximadamente 30 páginas para o fim.

Machado de Assis não conseguiu me puxar por inteiro para o seu romance. Fiquei com um pé no livro e o outro nos fatos que aconteciam ao meu redor. Afinal, quando um livro é bom pra mim, me desligo totalmente do mundo exterior e viajo...

O fato d'eu gostar mais da minissérie, se deve ao belíssimo trabalho do diretor Luiz Fernando, que quis transformar a obra clássica de Machado em algo mais pop e atrativo para o público jovem, que costuma ter o livro empurrado a força para ser lido nas escolas. Eu mesmo, quando acabar a minissérie, vou tentar ler o livro novamente.

Foto: http://g1.globo.com

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Bye, bye escândalos... Pelo menos por enquanto

Há apenas dois tipos de pessoas no mundo
Os que chamam atenção e os que observam
Bem querido, eu sou do tipo de garota que faz acontecer
Não gosto ficar para atrás
Preciso ser a número um.

Canta Britney no início da música Circus, que já tem seu videoclipe... Claro, ao seu melhor estilo! E não adianta a crítica cair em cima, dizendo que ela repete formas no disco, e que em algumas partes há uma perca de ritmo. Para os seus fãs, isso agora não tem a mínima importância. O que vale é sua aparência exuberante de volta e suas monumentais apresentações.



O clipe foi exibido no Fantástico no último domingo. Detalhe para o comentário de Zeca Camargo:

Zeca Camargo: É... Britney de volta ao Fantástico!
Patrícia Poeta: E com tudo em cima.
Zeca Camargo: E como!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Enfim ela aparece...

Escritos de Outrora #04

Por Enquanto

As dores cessaram
As lágrimas como
Torneiras fecharam.
Hoje tudo tem sabor,
Não há desgosto,
Muito menos horror.
Não quero chorar por amor,
Quero um abraço e uma flor,
E tudo que há de melhor.
Quero trilhar a estrada
Junto com quem for,
Jogar conversa fora,
Rir de mim, rir de você...

Foto: Arquivo Pessoal - 2006

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O que eu leio

Prosseguindo e matando a curiosidade da colega Renata. Segue abaixo a lista dos escritores que me agradam a sua literatura. Claro, dessa vez foi impossível estabelecer uma organização por apego. A lista está organizada em ordem alfabética:

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O que eu ouço

"Se você não é fã de Paulo Coelho, não é fã de Machado de Assis, além do Caetano Veloso, você é fã de quem? Fiquei curiosa com seus gostos..." Renata Siciliano

Devido a essa curiosidade da Renata, decide aqui publicar uma lista dos artistas das quais as músicas eu gosto de ouvir. A lista abaixo está organizada por escala de apego, dos atuais aos antigos. Todos com seus receptivos links para ouvir, ver e ler sobre eles:

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Caetano Veloso
Roberta Sá
2ois
Maria Rita
Anna Luisa
Doces Cariocas
Móveis Colonias de Acajú
Playmobille
Vanguart
Formidável Família Musical
Marcelo Camelo
Lan Lan e os Elaines
Seu Jorge
Moinho
Mallu Magalhães
Amy Winehouse
Fernanda Takai
O Círculo
Manacá
Cansei de Ser Sexy
Black Eyed Peas
Mamonas Assassinas
Los Hermanos
Mombojó
O Teatro Mágico
Cássia Eller
Cachorro Grande
Cascadura

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Como pôde ser percebido na lista, ouço pouca coisa internacional - música com letras em inglês. Isso é porque não sou de ficar escutando som por escutar e cair na onda das modinhas cantando no embromation. Nada disso. Gosto de saber sobre aquilo que ouço.

Para um música internacional me surpreender é preciso ter um diferencial extremo pra me fazer correr atrás de conhecer mais sobre o que eu ouço, as traduções e tal... O que eu escuto não entra por ouvido e sai pelo outro. Entra e sempre deixa alguma coisa... Me causa alegria! Não importa se a música tá bombando ou se é um som mais antigo. Nem se o artista é manconheiro ou baderneiro, ou se a banda já não existe mais. Pra mim o que vale mesmo é a música e nada mais!

O que me faz gostar mais da música nacional é devido o som inteternacional ser quase todos parecidos. Há pouca diferença entre eles, e essa diversidade de sons que carrega a música brasileira devido a sua extensão territorial e consequentemente a uma vasta cultura me encanta e vem me surpreendendo mais e mais.

Foto: Reprodução

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Pettúnia: com o dedo, com a mão

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Pettúnia:
Tu se importa se eu limpar meu nariz?

Rafick: Não, não... Mas acharia melhor fazer isso na frente do espelho, com um cotonete, tal...

Pettúnia: Aff, não é a mesma coisa, menino! Assim é muito mais gostoso... hum, hum... Com o dedo!

Rafick: Argh!

Pettúnia: A mesma coisa é com a pizza. Não tem graça comer de garfo e faca, com a mão é que é bom, muito bom!

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Art in Paint

Sr. Marcolino

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"Olhos de cigana oblíqua e dissimulada"

Estou lendo o livro Dom Casmurro, do Sr. Machado de Assis. Conhece?... Pois é, eu já tinha pegado esse livro uma vez, acho que duas, não sei exatamente, mas começava a ler e deixava-o de lado. Acho que o fato de ter em mente que Machado de Assis teria um vocabulário rebuscado e que isso empataria a leitura, fez com que houvesse esse bloqueio. Mas depois... a leitura não é complicada como se parece e o livro me fisgou.

A leitura está sendo agradável, mas não sou fã de Machado. Do pouco que eu já li dele, classifico essas leituras como simpáticas. Mas tudo isso tá valendo para eu poder acompanhar com mais prazer a nova minissérie da Rede Globo, Capitu, que estréia na próxima terça-feira, 9. Porém o principal interesse de assistir a minissérie que terá cinco capítulos, é o fato de ter a atriz e cantora da banda Manacá, que foi apresentada pela Globo como a Angelina Jolie brasileira.

(Letícia e os músicos da Manacá)

A Letícia, Letícia Persiles, viu? Teve sua beleza comparada a de Jolie, que fará o papel de Capitu quando moça, na primeira fase. Pelo deleite dos fãs da banda, a trama contará com algumas músicas da Manacá na trilha sonora. Apesar de parecida com a Jolie e confundida na rua muitas vezes, espero que isso não ofusque o seu trabalho como atriz e que seja reconhecida por eles, pela sua música e como Letícia Persiles!

Pelas imagens que ando vendo, posso descrever que a minissérie tem um ar rock and roll, uma fotografia monumental, sem falar nos cenários e figurinos caprichados, dignos de cinema. Veja você:



Foto: http://bandamanaca.com